Rex Company, empresa de Vitória/ES que combina marketing, geração de demanda e estruturação comercial em um modelo criado para aproximar a estratégia de comunicação da operação de vendas
A Rex Company, empresa de marketing sediada em Vitória, afirma que negócios capixabas atendidos por sua equipe alcançaram mais de R$ 12,5 milhões em faturamento em 2026. O resultado é atribuído pela companhia a um modelo que combina marketing de conteúdo, geração de demanda e desenvolvimento de canais de aquisição com a estruturação da operação comercial dos clientes.
A proposta parte de uma premissa simples: marketing e vendas precisam funcionar como partes de uma mesma estratégia de crescimento. Em vez de concentrar o trabalho apenas em campanhas, produção de conteúdo ou mídia paga, a Rex procura acompanhar também o caminho percorrido entre a atração de um potencial cliente e a transformação dessa oportunidade em receita.
Essa lógica influencia a forma como a empresa organiza seus projetos. O trabalho começa pela compreensão do negócio atendido, de sua oferta, do perfil do público que pretende alcançar e dos gargalos existentes na aquisição de novos clientes. A partir daí, são estruturadas ações de comunicação e canais comerciais capazes de dialogar com os objetivos da operação.
Na prática, isso significa olhar para etapas que vão do posicionamento e da produção de conteúdo à criação de mecanismos de geração de demanda e organização dos processos comerciais. A intenção é reduzir a distância entre os indicadores tradicionalmente acompanhados pelo marketing (como alcance, tráfego, audiência e geração de contatos) e os resultados efetivamente percebidos pelas empresas em vendas.
Para a Rex, a análise não termina quando uma campanha gera interesse ou quando um possível cliente entra no funil comercial. A empresa procura observar também como essa demanda é recebida, trabalhada e convertida pelo negócio atendido.
Essa aproximação com a rotina comercial tornou-se um dos elementos centrais da proposta da companhia.
Uma empresa nascida da experiência como cliente
A origem da Rex Company está diretamente relacionada à trajetória de seu sócio-fundador, Felipe Sobral. Antes de empreender no setor, ele ocupou justamente a posição de cliente de empresas de marketing.
Foi nessa experiência que Sobral afirma ter identificado limitações no modelo tradicional de atendimento de algumas agências. Entre os problemas percebidos estavam processos considerados engessados, baixa proximidade com a operação do contratante e entregas que, em sua avaliação, nem sempre acompanhavam as necessidades reais do negócio.
A insatisfação acabou funcionando como ponto de partida para a criação da Rex.
A decisão foi construir uma empresa que tivesse uma participação mais próxima da estratégia dos clientes. Em vez de manter uma relação limitada à execução de serviços previamente contratados, a proposta passou a envolver maior compreensão da operação, dos desafios comerciais e das decisões relacionadas à aquisição de consumidores.
“A Rex não faz apenas marketing. Ela se infiltra no negócio do cliente, pensa como ele e passa a fazer parte dele”, afirma Sobral.
A frase traduz o posicionamento que a empresa procura construir desde sua origem. A ideia de “se infiltrar” no negócio não está relacionada apenas a conhecer a marca ou produzir sua comunicação, mas a entender de que maneira aquela companhia vende, quais produtos ou serviços têm maior importância, quem são seus compradores e como marketing e vendas podem trabalhar de forma coordenada.
Esse modelo também explica a escolha da Rex por se apresentar como uma assessoria voltada ao crescimento dos negócios, e não apenas como uma fornecedora de campanhas publicitárias.
Marketing conectado à operação comercial
Um dos pontos centrais da metodologia defendida pela empresa é a conexão entre geração de demanda e estrutura comercial.
A primeira frente envolve o desenvolvimento de conteúdo e ações capazes de atrair potenciais clientes com maior aderência ao produto ou serviço oferecido. A segunda busca organizar os caminhos pelos quais essas oportunidades podem avançar até uma negociação comercial.
Essa integração é especialmente relevante para empresas que investem em comunicação, produzem conteúdo ou atraem interessados, mas ainda enfrentam dificuldades para transformar esse movimento em novos contratos ou vendas.
Na visão da Rex, gerar atenção é apenas uma parte da equação.
Por isso, além das ações de marketing, a companhia trabalha com um programa de estruturação comercial voltado à criação e desenvolvimento de canais de aquisição. A intenção é fazer com que a estratégia de comunicação esteja conectada à forma como o negócio efetivamente conquista clientes.
Esse desenho exige uma relação mais próxima com as empresas atendidas. Para definir a estratégia, a equipe precisa compreender não apenas a comunicação da marca, mas também aspectos da própria operação comercial.
Questões como o perfil do consumidor desejado, a forma como os contatos chegam à empresa, os canais utilizados para aquisição e o caminho até o fechamento de uma venda passam a fazer parte da análise.
O objetivo, segundo a companhia, é evitar uma situação comum em estratégias de marketing: bons indicadores de comunicação que não necessariamente se traduzem em resultados financeiros para o contratante.
R$ 12,5 milhões atribuídos aos clientes em 2026
É justamente nessa conexão entre marketing e vendas que a Rex sustenta seu principal indicador de desempenho em 2026.
Segundo dados fornecidos pela própria empresa, companhias capixabas atendidas pela assessoria já somaram mais de R$ 12,5 milhões em faturamento ao longo do ano.
O número diz respeito à receita alcançada pelos negócios assessorados e não representa o faturamento da própria Rex Company.
Para a empresa, o indicador funciona como uma maneira de medir o impacto das estratégias aplicadas para além das métricas tradicionais de marketing. Em vez de observar somente alcance, visualizações, cliques ou volume de contatos gerados, a proposta é aproximar a análise do resultado comercial obtido pelos clientes.
Essa leitura também interfere na relação entre a assessoria e as empresas atendidas. Quando o faturamento passa a integrar a avaliação dos projetos, questões comerciais ganham peso semelhante ao desempenho de campanhas e conteúdos.
A estratégia, portanto, não se limita a levar pessoas até uma empresa. Ela procura criar condições para que o interesse gerado pelo marketing tenha continuidade dentro da operação de vendas.
Raízes capixabas
Sediada em Vitória, a Rex mantém sua atuação ligada ao ambiente empresarial do Espírito Santo.
A própria origem da companhia ajuda a explicar esse direcionamento. A experiência de Sobral como cliente de serviços de marketing serviu de base para uma empresa desenhada a partir de problemas observados no cotidiano de outros negócios.
A proximidade geográfica também aparece no principal resultado apresentado pela companhia neste ano: os R$ 12,5 milhões informados pela Rex correspondem ao faturamento de empresas capixabas atendidas por sua operação.
Ao concentrar sua proposta na união entre marketing estratégico, geração de demanda e estruturação comercial, a empresa busca ocupar um espaço que vai além da execução de campanhas isoladas.
Para Sobral, o ponto central está justamente na capacidade de compreender a empresa atendida antes de definir o que será feito na comunicação.
A lógica é tratar cada projeto a partir das particularidades do negócio, entendendo como ele conquista clientes, onde estão seus gargalos e quais canais podem sustentar uma estratégia de crescimento.
Foi a partir da insatisfação com relações mais distantes entre agências e clientes que a Rex começou a operar. Hoje, a mesma ideia orienta o modelo adotado pela companhia: aproximar marketing da realidade comercial das empresas e utilizar o resultado financeiro como um dos parâmetros para avaliar a estratégia.

