{"id":6474,"date":"2026-09-15T08:56:51","date_gmt":"2026-09-15T11:56:51","guid":{"rendered":"https:\/\/vitrinedafama.com.br\/index.php\/2026\/09\/15\/como-o-grupo-inttra-economizou-r-1-milhao-do-custo-de-viagens-corporativas\/"},"modified":"2026-09-15T08:56:51","modified_gmt":"2026-09-15T11:56:51","slug":"como-o-grupo-inttra-economizou-r-1-milhao-do-custo-de-viagens-corporativas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vitrinedafama.com.br\/index.php\/2026\/09\/15\/como-o-grupo-inttra-economizou-r-1-milhao-do-custo-de-viagens-corporativas\/","title":{"rendered":"Como o Grupo Inttra economizou R$ 1 milh\u00e3o do custo de viagens corporativas"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-style:italic;font-size:1.1em;margin-bottom:1em\">O crit\u00e9rio mais usado para escolher uma ag\u00eancia de viagens corporativas \u00e9 a taxa de transa\u00e7\u00e3o. Ela representa cerca de 1% do que a empresa gasta. O caso do Grupo Inttra mostra o que acontece quando a disputa passa a ser pelos 100%<\/p>\n<p>Toda concorr\u00eancia de viagens corporativas segue mais ou menos o mesmo roteiro. A \u00e1rea de compras convida tr\u00eas, quatro ag\u00eancias, pede proposta, compara as taxas de transa\u00e7\u00e3o e escolhe a mais barata. O processo \u00e9 limpo, audit\u00e1vel e defens\u00e1vel em qualquer comit\u00ea.<\/p>\n<p>E ignora quase todo o dinheiro em jogo.<\/p>\n<p>A taxa de transa\u00e7\u00e3o, o fee que a ag\u00eancia cobra para emitir um bilhete, costuma representar cerca de 1% do que a empresa efetivamente gasta com viagem. Os outros 99% s\u00e3o o pre\u00e7o da passagem, da di\u00e1ria de hotel, da loca\u00e7\u00e3o de ve\u00edculo. Esse valor n\u00e3o entra na concorr\u00eancia. Ele aparece depois, bilhete a bilhete, sem que a empresa tenha como saber se aquele mesmo voo, naquele mesmo dia, sairia mais barato por outro fornecedor.<\/p>\n<p>Foi exatamente esse o percurso do Grupo Inttra.<\/p>\n<p>&#8220;Nossa ag\u00eancia anterior foi escolhida porque tinha a menor taxa de transa\u00e7\u00e3o entre as concorrentes. S\u00f3 que em nenhum momento tivemos acesso ao pre\u00e7o das viagens, que \u00e9 onde est\u00e3o os outros 99% do valor&#8221;, conta Romero Ribeiro, Gerente de Compras do Grupo Inttra. &#8220;Depois de meses rodando, descobrimos que as tarifas que pag\u00e1vamos eram muito mais caras do que as das ag\u00eancias que tinham perdido o bid pela taxa. Ficou claro que escolher fornecedor olhando para 1% do gasto n\u00e3o fazia o menor sentido&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Um mercado de R$ 147,8 bilh\u00f5es com uma fonte de pre\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>O mercado brasileiro de viagens corporativas movimentou cerca de R$ 147,8 bilh\u00f5es em 2025. Segundo a Abracorp, associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane parte relevante das ag\u00eancias do setor, foram 5,4 milh\u00f5es de passagens a\u00e9reas e 10,2 milh\u00f5es de di\u00e1rias de hotel emitidas no segmento no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Boa parte desse volume ainda \u00e9 comprada de um jeito que desapareceu do varejo h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada: com um \u00fanico pre\u00e7o na tela.<\/p>\n<p>O contraste com o comportamento do mesmo profissional fora do trabalho \u00e9 quase c\u00f4mico. Ningu\u00e9m reserva a viagem de f\u00e9rias sem abrir Booking, Skyscanner e o site do hotel em tr\u00eas abas. Na viagem corporativa, em que os valores s\u00e3o maiores e o or\u00e7amento \u00e9 da empresa, a compara\u00e7\u00e3o simplesmente n\u00e3o acontece, ou acontece de forma prec\u00e1ria.<\/p>\n<p>Uma pesquisa da Loupit com 164 empresas brasileiras mostrou que 71% j\u00e1 cotam viagens em mais de uma fonte. O problema n\u00e3o \u00e9 falta de vontade, \u00e9 m\u00e9todo: a compara\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por e-mail, telefone e planilha, fora de qualquer sistema, sem registro audit\u00e1vel e sem garantia de que aconteceu em todas as compras. Do ponto de vista de governan\u00e7a, \u00e9 como se n\u00e3o existisse.<\/p>\n<p><strong>O que muda quando as ag\u00eancias competem a cada pedido<\/strong><\/p>\n<p>A <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/loupit.com\/\">Loupit<\/a>, <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/loupit.com\/\">travel tech<\/a> brasileira de gest\u00e3o de viagens e despesas corporativas, partiu de uma premissa diferente: em vez de contratar uma <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/loupit.com\/\">ag\u00eancia de viagens corporativas<\/a> e comprar tudo por ela, a empresa homologa v\u00e1rias ag\u00eancias dentro da mesma plataforma, e todas cotam, simultaneamente, cada solicita\u00e7\u00e3o de viagem.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, o comprador abre um pedido e recebe as ofertas lado a lado, com o pre\u00e7o final j\u00e1 com taxas, ordenadas por valor. Escolhe. O hist\u00f3rico de quem cotou quanto, e por que determinada oferta foi aceita, fica registrado.<\/p>\n<p>No Grupo Inttra, os efeitos apareceram no primeiro ciclo de faturamento: <strong>queda de 31% no ticket m\u00e9dio<\/strong> das viagens emitidas e <strong>cerca de R$ 1 milh\u00e3o de economia j\u00e1 no primeiro m\u00eas de opera\u00e7\u00e3o<\/strong>. Sem troca de fornecedor \u00fanico, sem projeto de implanta\u00e7\u00e3o e sem alterar a pol\u00edtica de viagens da empresa.<\/p>\n<p>&#8220;O processo de compra tradicional negocia apenas o fee da ag\u00eancia, e o fee \u00e9 cerca de 1% do que a empresa gasta com viagem&#8221;, diz Patrick Tytgadt, fundador e CEO da Loupit. &#8220;O marketplace coloca em disputa os 100%, a cada pedido. \u00c9 por isso que o resultado aparece r\u00e1pido: n\u00e3o \u00e9 uma economia de negocia\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma economia de mercado&#8221;.<\/p>\n<p><strong>A segunda metade do problema: o gasto que n\u00e3o deveria existir<\/strong><\/p>\n<p>Comparar pre\u00e7o resolve uma parte. A outra \u00e9 o gasto que nunca deveria ter sido feito, como a di\u00e1ria acima do teto, a anteced\u00eancia m\u00ednima ignorada, a classe fora da al\u00e7ada do cargo, a despesa duplicada, o recibo que n\u00e3o corresponde \u00e0 viagem.<\/p>\n<p>Na maioria das empresas, esse desvio s\u00f3 aparece semanas depois, quando a fatura chega ao financeiro e o dinheiro j\u00e1 saiu. A intelig\u00eancia artificial da Loupit inverte a ordem: cada solicita\u00e7\u00e3o e cada despesa \u00e9 conferida contra a pol\u00edtica da empresa no instante em que \u00e9 feita, e o que est\u00e1 fora \u00e9 bloqueado ou enviado para aprova\u00e7\u00e3o antes da emiss\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;A auditoria roda no momento do pedido, n\u00e3o no fechamento do m\u00eas&#8221;, explica Leonardo Crispim, CTO da Loupit. &#8220;O modelo l\u00ea a pol\u00edtica da empresa, o hist\u00f3rico de compras e o contexto de cada solicita\u00e7\u00e3o (quem pediu, para qual centro de custo, com quanta anteced\u00eancia, dentro de qual al\u00e7ada) e devolve a decis\u00e3o em segundos. O desafio t\u00e9cnico nunca foi identificar o desvio. Foi identificar r\u00e1pido o bastante para que ele ainda pudesse ser evitado&#8221;.<\/p>\n<p>Boa parte do gasto indevido, segundo Tytgadt, n\u00e3o \u00e9 m\u00e1-f\u00e9: &#8220;\u00c9 distra\u00e7\u00e3o. Algu\u00e9m reserva fora da pol\u00edtica sem perceber e ningu\u00e9m revisa a tempo. Quando o sistema avisa na hora, o problema deixa de existir&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O caminho que o turismo de lazer j\u00e1 percorreu<\/strong><\/p>\n<p>O movimento n\u00e3o \u00e9 in\u00e9dito, \u00e9 atrasado. O turismo de lazer viveu a mesma transi\u00e7\u00e3o quando os metabuscadores se consolidaram. Eles n\u00e3o substitu\u00edram companhias a\u00e9reas nem redes hoteleiras: organizaram a compara\u00e7\u00e3o entre elas e, ao fazer isso, mudaram permanentemente a forma como o consumidor compra.<\/p>\n<p>A compra corporativa ficou de fora dessa virada por uma raz\u00e3o estrutural: ela depende de pol\u00edtica, al\u00e7ada, centro de custo, presta\u00e7\u00e3o de contas. Comparar pre\u00e7o sem carregar essas regras junto n\u00e3o resolve, s\u00f3 transfere o problema para o financeiro.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que o modelo multiag\u00eancia s\u00f3 faz sentido dentro de uma plataforma que j\u00e1 concentre viagens, despesas, mobilidade, relat\u00f3rios e financeiro, com governan\u00e7a aplicada em cada etapa. A compara\u00e7\u00e3o sozinha barateia a compra. A compara\u00e7\u00e3o com compliance embutido barateia a compra sem criar passivo.<\/p>\n<p>Para o Grupo Inttra, a diferen\u00e7a entre as duas coisas custou aproximadamente R$ 1 milh\u00e3o. No primeiro m\u00eas.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a o modelo de cota\u00e7\u00e3o multiag\u00eancia da Loupit: <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"http:\/\/loupit.com\">loupit.com<\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/us-central1-pulsebrand-plataforma.cloudfunctions.net\/trackPixel?c=b2fb3bdf-d919-4b40-a189-940c1816a738&amp;v=93082b79-8f3d-4baa-bd0d-3ca51847d3c0&amp;p=881a33ed-2087-45c5-80f1-767341edd15c\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" style=\"display:none\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O crit\u00e9rio mais usado para escolher uma ag\u00eancia de viagens corporativas \u00e9 a taxa de transa\u00e7\u00e3o. Ela representa cerca de 1% do que a empresa gasta. 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