{"id":5479,"date":"2026-07-03T11:30:30","date_gmt":"2026-07-03T14:30:30","guid":{"rendered":"https:\/\/vitrinedafama.com.br\/index.php\/2026\/07\/03\/work-in-nasce-para-formar-a-proxima-geracao-de-mulheres-ceos\/"},"modified":"2026-07-03T11:30:30","modified_gmt":"2026-07-03T14:30:30","slug":"work-in-nasce-para-formar-a-proxima-geracao-de-mulheres-ceos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vitrinedafama.com.br\/index.php\/2026\/07\/03\/work-in-nasce-para-formar-a-proxima-geracao-de-mulheres-ceos\/","title":{"rendered":"Work In nasce para formar a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de mulheres CEOs"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-style:italic;font-size:1.1em;margin-bottom:1em\">Apesar da for\u00e7a feminina no empreendedorismo, mulheres ainda enfrentam barreiras para escalar neg\u00f3cios, acessar capital e ocupar posi\u00e7\u00f5es de poder. A Work In aposta na intelig\u00eancia artificial como infraestrutura de gest\u00e3o para mudar essa trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p>As mulheres brasileiras empreendem, sustentam fam\u00edlias, criam neg\u00f3cios e movimentam a economia. Mas ainda existe uma dist\u00e2ncia gigante entre os neg\u00f3cios fundados por mulheres e as cadeiras nas quais as grandes decis\u00f5es s\u00e3o tomadas. A contradi\u00e7\u00e3o est\u00e1 posta: elas entram no empreendedorismo, mas chegam menos ao topo. Criam empresas, mas enfrentam mais obst\u00e1culos para escalar. Trabalham muito, mas nem sempre conseguem transformar esfor\u00e7o em estrutura, opera\u00e7\u00e3o em crescimento e neg\u00f3cio pr\u00f3prio em empresa capaz de disputar espa\u00e7o entre as maiores do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Segundo o Panorama Mulheres 2025, da Talenses\/Insper, apenas 17,4% das empresas pesquisadas s\u00e3o presididas por mulheres. O dado revela uma quest\u00e3o que vai al\u00e9m da abertura de neg\u00f3cios. O problema n\u00e3o \u00e9 apenas quantas mulheres empreendem. \u00c9 quantas conseguem atravessar o caminho entre come\u00e7ar uma empresa e ocupar, de fato, cadeiras de poder.<\/p>\n<p>Essa dist\u00e2ncia n\u00e3o nasce da falta de ambi\u00e7\u00e3o, talento ou dedica\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio. Muitas empreendedoras constroem neg\u00f3cios enquanto acumulam fun\u00e7\u00f5es, cuidam da casa, lideram equipes pequenas, vendem, atendem clientes, gerenciam o financeiro, produzem conte\u00fado e tomam decis\u00f5es todos os dias sem uma estrutura proporcional ao tamanho da responsabilidade que carregam.<\/p>\n<p>Os dados ajudam a dimensionar o problema. De acordo com o Sebrae, a remunera\u00e7\u00e3o das empreendedoras \u00e9 24% inferior \u00e0 dos homens. Segundo o IBGE, mulheres dedicam 21,3 horas semanais a afazeres dom\u00e9sticos e cuidados, contra 11,7 horas dos homens. No mercado de inova\u00e7\u00e3o, apenas 12% do venture capital investido no Brasil vai para startups lideradas por mulheres. Al\u00e9m disso, 42% das mulheres empreendedoras t\u00eam cr\u00e9dito negado.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, isso significa que muitas mulheres tentam crescer com menos capital, menos tempo estrat\u00e9gico e mais sobrecarga operacional. O resultado \u00e9 um modelo conhecido por grande parte das fundadoras: empresas que dependem demais da pr\u00f3pria presen\u00e7a, mem\u00f3ria e capacidade de executar tudo.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse ponto que a <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"anndreafranco.com.br\">Work In<\/a> posiciona sua tese. A empresa nasce para participar da forma\u00e7\u00e3o da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de mulheres CEOs do Brasil. N\u00e3o apenas incentivando-as a empreenderem, mas ajudando neg\u00f3cios femininos a se tornarem mais estruturados, profissionais, escal\u00e1veis e preparados para ocupar espa\u00e7os maiores na economia.<\/p>\n<p>Para a fundadora e CEO da <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"anndreafranco.com.br\">Work In<\/a>, <a rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/anndrea-franco\/\">Anndr\u00eaa Franco<\/a>, a quest\u00e3o central n\u00e3o est\u00e1 em pedir que mulheres fa\u00e7am mais. Est\u00e1 em construir as condi\u00e7\u00f5es para que elas possam crescer de outro jeito. &#8220;Mulheres j\u00e1 constroem neg\u00f3cios. O que ainda falta \u00e9 que esses neg\u00f3cios cheguem ao tamanho da sua compet\u00eancia, ambi\u00e7\u00e3o e intelig\u00eancia. A Work In existe para transformar sobrecarga em estrat\u00e9gia, caos em estrutura e IA em motor de acelera\u00e7\u00e3o. N\u00e3o ensinamos tecnologia por moda. Preparamos mulheres para ocupar a cadeira de CEO, escalar com m\u00e9todo e construir poder econ\u00f4mico. Porque autoridade se constr\u00f3i. E hist\u00f3ria tamb\u00e9m&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>A intelig\u00eancia artificial entra nessa discuss\u00e3o n\u00e3o como promessa milagrosa, mas como uma tecnologia capaz de reduzir barreiras operacionais. Aplicada com m\u00e9todo, ela pode ampliar capacidade de execu\u00e7\u00e3o, organizar processos, documentar rotinas, estruturar atendimento, apoiar decis\u00f5es, melhorar previsibilidade comercial e diminuir a depend\u00eancia da fundadora em tarefas repetitivas.<\/p>\n<p>Ainda assim, o acesso a esse uso estrat\u00e9gico permanece restrito. Segundo pesquisa da SumUp, 75% dos pequenos empreendedores brasileiros ainda n\u00e3o usam IA nos neg\u00f3cios. E, quando usam, muitas vezes o fazem de forma pontual, limitada a textos, posts ou ideias gen\u00e9ricas, sem integra\u00e7\u00e3o com gest\u00e3o, vendas, processos ou tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>A proposta da <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"anndreafranco.com.br\">Work In<\/a> \u00e9 traduzir a intelig\u00eancia artificial para a realidade de empreendedoras e empres\u00e1rias. A empresa j\u00e1 realizou turmas e treinamentos com mulheres empreendedoras, com foco em transformar tecnologia em m\u00e9todo pr\u00e1tico de gest\u00e3o. O objetivo \u00e9 ajudar fundadoras a sa\u00edrem da opera\u00e7\u00e3o centralizada e constru\u00edrem empresas com mais previsibilidade, autonomia e capacidade de escala.<\/p>\n<p>&#8220;A mulher j\u00e1 sofre sobrecarga extrema em todos os pap\u00e9is da vida. Nos neg\u00f3cios n\u00e3o \u00e9 diferente. Quando um neg\u00f3cio depende da fundadora para tudo, ele n\u00e3o est\u00e1 escalando. Ele est\u00e1 consumindo a energia dela. A nossa miss\u00e3o \u00e9 ajudar mulheres a criarem empresas que n\u00e3o sejam apenas express\u00e3o do seu esfor\u00e7o, mas estruturas capazes de crescer, gerar valor e disputar poder&#8221;, diz Anndr\u00eaa.<\/p>\n<p>Para ampliar o acesso ao m\u00e9todo, a Work In realiza imers\u00f5es online gratuitas voltadas a mulheres empreendedoras, al\u00e9m de programas presenciais, palestras, forma\u00e7\u00f5es online e treinamentos in company. Os encontros apresentam formas pr\u00e1ticas de aplicar IA em \u00e1reas como atendimento, marketing, vendas, gest\u00e3o, processos e tomada de decis\u00e3o, com foco na reestrutura\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica do neg\u00f3cio, crescendo com previsibilidade, redu\u00e7\u00e3o de custo e sem depender da empres\u00e1ria para pensar em tudo.<\/p>\n<p>A ambi\u00e7\u00e3o da empresa \u00e9 clara: ajudar mais mulheres a atravessarem a dist\u00e2ncia entre ter um neg\u00f3cio e liderar uma empresa com relev\u00e2ncia econ\u00f4mica. Para a Work In, a pr\u00f3xima fronteira do empreendedorismo feminino n\u00e3o \u00e9 apenas abrir mais CNPJs. \u00c9 construir mais empresas femininas capazes de crescer, influenciar mercados e ocupar cadeiras de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Existe uma gera\u00e7\u00e3o de mulheres que j\u00e1 provou que sabe liderar. Agora, precisamos construir a gera\u00e7\u00e3o que vai levar empresas fundadas e lideradas por mulheres para a lista das maiores do pa\u00eds e fazer hist\u00f3ria. A Work In nasce para estar nessa travessia&#8221;, afirma Anndr\u00eaa.<\/p>\n<p>Em um pa\u00eds em que mulheres j\u00e1 demonstram for\u00e7a para criar neg\u00f3cios, o desafio agora \u00e9 oferecer condi\u00e7\u00f5es para que elas tamb\u00e9m cheguem ao topo. A intelig\u00eancia artificial, quando tratada como infraestrutura e n\u00e3o como tend\u00eancia, pode ser uma dessas condi\u00e7\u00f5es. N\u00e3o substitui lideran\u00e7a, vis\u00e3o ou coragem. Mas pode devolver \u00e0s fundadoras algo essencial para quem deseja crescer: tempo, m\u00e9todo e capacidade de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria que a <a rel=\"nofollow\" target=\"_blank\" href=\"anndreafranco.com.br\">Work In<\/a> quer ajudar a escrever n\u00e3o termina na abertura de empresas. Ela come\u00e7a quando mais mulheres deixam de operar sozinhas e passam a liderar neg\u00f3cios preparadas para ocuparem as cadeiras de poder.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/us-central1-pulsebrand-plataforma.cloudfunctions.net\/trackPixel?c=672d97a7-f414-404d-9638-72698f216caa&amp;v=f5df7df9-e726-4459-9df3-a2cff3c9e5b1&amp;p=881a33ed-2087-45c5-80f1-767341edd15c\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" style=\"display:none\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da for\u00e7a feminina no empreendedorismo, mulheres ainda enfrentam barreiras para escalar neg\u00f3cios, acessar capital e ocupar posi\u00e7\u00f5es de poder. 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