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Inoar apresenta estudo internacional sobre a segurança cutânea do ácido glioxílico em alisantes

Pesquisa inédita com participação de laboratório francês não detectou permeação cutânea mensurável do ativo e atende à chamada de dados da Comissão Europeia

Dra. Michelle Sabrina da Silva ao lado do pôster do estudo sobre ácido glioxílico no CBTOX 2026.

Pesquisa inédita com participação de laboratório francês não detectou permeação cutânea mensurável do ativo e atende à chamada de dados da Comissão Europeia

A Inoar Cosméticos apresentou um estudo científico internacional que avaliou o perfil de absorção, irritação e sensibilização cutânea do ácido glioxílico, ingrediente utilizado em formulações de alisamento capilar. Os resultados foram apresentados durante o 38º Congresso Brasileiro de Cosmetologia (Congresso da ABC), na FCE Cosmetique, e no Congresso Brasileiro de Toxicologia (CBTOX 2026).

O estudo de distribuição cutânea demonstrou retenção predominantemente superficial da substância: 98,70% do produto permanece na superfície da pele e pode ser removido por lavagem, enquanto 1,30% foi detectado na pele. No líquido receptor, o ácido glioxílico ficou abaixo do limite de detecção do método, indicando ausência de permeação transdérmica mensurável nas condições experimentais do estudo. A pesquisa avaliou ainda os parâmetros de irritação e sensibilização cutânea segundo protocolos OECD.

Os testes seguiram uma estratégia de reformulação. A formulação inicial, com 18,9% de ácido glioxílico, levou a equipe de P&D a desenvolver uma versão com concentração reduzida a 10%, que foi reavaliada e classificada como não irritante e não sensibilizante segundo os métodos OECD aplicados.

Os resultados representam uma contribuição relevante para a indústria cosmética e ajudam a preencher uma lacuna na literatura científica sobre a substância. Os dados atendem à chamada para dados promovida pela Comissão Europeia entre abril de 2025 e abril de 2026, fornecendo subsídios ao Comitê Científico de Segurança do Consumidor (SCCS) para a avaliação regulatória do ácido glioxílico.

Idealizado por Alexandre Nascimento Manoel Aroza e Inocência Manoel, fundadores da Inoar Cosméticos e pioneiros no uso deste ativo, o projeto evidencia a contribuição da ciência brasileira para decisões regulatórias globais. A pesquisa contou com a participação da BIOTOSKIN França, laboratório internacional especializado em estudos de segurança e biologia cutânea, responsável pela condução de testes ex vivo e in vitro.

O estudo foi desenvolvido em parceria com a Dra. Michelle Sabrina da Silva, Diretora Executiva da MEDCINVITRO, instituição de referência em métodos alternativos e toxicologia aplicada, doutora em Farmacologia pela UNICAMP e bióloga pela UNESP. Também integrou a equipe Vanessa de Melo, farmacêutica especialista em Ciências Dermatocosméticas e Cosmetologia pela Vrije Universiteit e consultora em segurança e eficácia de produtos cosméticos.

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